Sobre o nome
Nome: 'Mokarosa' = 'Mocha' (tom de café) + 'Rosa' (rosa, ou latim para 'rosa'). Um nome de marketing 'vintage' que descreve a paleta rosa-café única da variedade. Não é um nome comemorativo; trata-se apenas da cor. No Reino Unido, pela Peter Beales, recebeu o nome comercial 'Mocha Rosa' (por volta de 2018) para o mercado de língua inglesa.
Obtenção: Obtida por Gareth Fryer na Fryer's Roses (Knutsford, Grã-Bretanha), a quarta geração de viveiros britânicos de roseiras (fundados em 1912). Código FRYwitty. Lançada em 2014 pela Pépinières de la Saulaie (França) e, depois, no Reino Unido pela Peter Beales. Parentagem não divulgada. Um rebatismo separado para flor de corte: a Brown Breeding (Equador) licencia-a com o mesmo nome 'Mokarosa' para floricultores, uma versão de estufa de 100–120 cm com cerca de 32 pétalas.
Importância: O nicho das 'rosas marrons/vintage', uma tendência dos últimos 15 anos (Koko Loko 2009, Brown Sugar, Café Latte, Moccachino 2024). A Mokarosa é um dos poucos representantes britânicos dessa paleta; a maioria das variedades marrons vem dos Países Baixos ou dos EUA. O desbotamento 'Pewter' (para cinza-lilás) é um traço especial, valorizado por floristas em buquês 'boho/vintage'. Não há premiações oficiais: não foram concedidos AARS, ADR nem RHS AGM. É uma variedade artística de nicho, não premiada.








