Sobre o nome
Nome: “The Fairy” = “Fairy” em inglês. Em homenagem à peça “The Fairy”, de Harold Chapin — a família Bentall dava às suas rosas nomes poéticos e teatrais, típicos das casas britânicas de rosas daquela época.
Obtenção: Criada por Ann e John Bentall (Reino Unido). Lançada em 1932. Parentesco: 'Paul Crampel' × 'Lady Gay' (híbrido de wichurana, Walsh 1903). Ann Bentall era viúva de J.A. Bentall, que havia trabalhado como assistente de Joseph Pemberton (criador da classe Hybrid Musk). Após a morte de Pemberton (1926) e a de J.A. Bentall, Ann continuou o trabalho de obtenção — a linhagem Pemberton (1918, Thisbe) – Bentall (1932, The Fairy), uma dinastia familiar de obtentores que manteve o estilo musk-poliantha.
Importância: A poliantha mais famosa do século XX (Polyantha). A poliantha mais vendida de todos os tempos. A última grande poliantha antes de a classe praticamente desaparecer (absorvida pelas floribundas após os anos 1940). The Fairy sobreviveu a todas as rivais e ainda ocupa o primeiro lugar. Prêmio RHS Award of Garden Merit — confirmado oficialmente. Status Earth-Kind™ (Texas A&M Programme) — cultivo orgânico sem pesticidas. Aprovada no Longwood Gardens Ten-Year Rose Trial. Na Europa é oficialmente recomendada para plantio urbano em massa, como “rosa sem cuidados” — padrão de “rosa sem tratamentos”. A linhagem Pemberton – Bentall liga The Fairy a Thisbe (1918) — ambas vêm da mesma dinastia familiar de obtenção. WFRS Old Rose HoF — MITO (comum em catálogos secundários): The Fairy não consta na lista do Old Rose HoF da WFRS.








