Sobre o nome
Nome: A rosa é batizada em homenagem a John Davis (c. 1550–29.12.1605), navegador e explorador do Ártico inglês da era elisabetana. Fez três expedições em 1585–1587 em busca da Passagem do Noroeste pelo Ártico canadense. O estreito de Davis, entre a Groenlândia e a Ilha de Baffin, leva seu nome. Inventou o instrumento de navegação 'quadrante de Davis' (1594), que substituiu o astrolábio na navegação marítima por 200 anos. Foi morto por piratas japoneses perto de Singapura em 1605.
Obtenção: Obtida pela Dra. Felicitas Svejda (1920–2016) na Agriculture Canada (Ottawa Research Station, Estação de Pesquisa de Ottawa) e lançada em 1977. Código de obtenção L49. Parentesco: R. kordesii × ('Red Dawn' × 'Suzanne'). Triploide. Registrada na COPF (Canadian Ornamental Plant Foundation).
Importância: Uma das variedades mais conhecidas e populares da Explorer Series, obtida pela Agriculture Canada (de 1968 até os anos 1990) especificamente para as pradarias frias do Canadá. Todas as variedades da série são batizadas com nomes de exploradores canadenses e do Ártico (Champlain, William Baffin, Henry Hudson, Alexander Mackenzie e outros). Svejda foi a autora de toda uma linhagem que tornou possíveis as roseiras ornamentais nas zonas USDA 2–3. John Davis é a mais bonita e mais conhecida das roseiras canadenses superrústicas. É frequentemente classificada erroneamente como Climber (trepadeira): formalmente é um Hybrid Kordesii Shrub, usado como trepadeira baixa. Não confundir com o político americano John W. Davis nem com o compositor John Davis: a rosa leva o nome do navegador elisabetano.








