Sobre o nome
Nome: 'William Baffin' — em homenagem ao navegador britânico William Baffin (1584–1622), que explorou as águas árticas do Canadá. Em 1616 descobriu a Baía de Hudson (Baffin Bay) e alcançou a latitude de 77°45' N — um recorde para a época. Paralelo poético: a resistência ao frio da variedade lembra os mares árticos de Baffin. Tradição típica da Canadian Explorer Series: cada variedade da série recebe o nome de um explorador canadense ou ártico.
Obtenção: Obtida por Felicitas Svejda no Agriculture Canada (Ottawa, Canadá). Obtida em 1974, lançada em 1983. Progenitores: L48 × não identificado (L48 = R. kordesii × D15). Tetraploide. Pertence à Canadian Explorer Series — programa do Agriculture Canada desenvolvido especificamente para as pradarias canadenses, de clima extremamente frio (Manitoba, Alberta, onde o inverno chega a −40 °C).
Importância: UMA DAS ROSEIRAS MAIS RESISTENTES DA HISTÓRIA DA OBTENÇÃO: USDA 2b — cresce onde a temperatura média do inverno é de −40 °C ou menos. 0–5% de infecção no Jardim Botânico de Montreal em 1998 — praticamente nenhuma suscetibilidade a doenças (resultado recorde). Earth-Kind North 2007 (Texas A&M — a versão Earth-Kind para regiões frias). Aprovada nos testes Longwood Gardens 10-Year Trials. Tolera meia-sombra — raridade entre as roseiras. Canadian Explorer Series: junto com 'John Cabot', 'Henry Hudson', 'Champlain' e 'John Davis', forma a coleção canadense icônica para climas frios. O legado de Felicitas Svejda: cientista tcheca que emigrou para o Canadá em 1953 e criou uma série inteira de Explorer (1968–2000), que se tornou uma tábua de salvação para a jardinagem canadense — e, por extensão, para o norte da Ucrânia. Para o norte e o leste da Ucrânia — variedade essencial.








