Sobre o nome
Nome: A rosa é batizada em homenagem à 'Mary Rose' — nau capitânia do rei inglês Henrique VIII, construída em 1510 e afundada em 1545 numa batalha no Solent, ao largo de Portsmouth, contra a frota francesa. Erguida do fundo do mar em 11 de outubro de 1982, após 437 anos submersa — um dos grandes acontecimentos da arqueologia marinha do século XX. O nome foi escolhido em cooperação com o Mary Rose Trust; o ano de obtenção da variedade coincidiu com a retirada do navio.
Obtenção: Criada por David C. H. Austin Sr. (1926–2018) na David Austin Roses (Albrighton, Inglaterra), apresentada na Chelsea Flower Show em 1983. Código AUSmary. Parentesco: Wife of Bath × The Miller (ambas também variedades de David Austin; o HMF observa 'algumas divergências de opinião sobre o parentesco' (Some differences of opinion about parentage) — existem versões alternativas). 2 mutações descendentes famosas: Winchester Cathedral (1988, branca) e Redouté (1992, rosa-pálida) — ambas registradas pela Austin.
Importância: UMA DAS 3 PARENTAIS FUNDADORAS DA SÉRIE COMERCIAL DAS ENGLISH ROSES, junto com Graham Thomas (AUSmas, amarela) e Wife of Bath (variedade anterior, progenitora). A estreia na Chelsea Flower Show em 1983 é considerada o ponto de partida da popularidade mundial das English Roses. O prêmio AGM da RHS não foi concedido à própria Mary Rose (mito comum!) — formalmente ela não consta do registro da RHS. As avaliações na Grã-Bretanha têm sido consistentemente altas. Frequentemente confundida com o navio histórico Mary Rose e com Maria, rainha dos escoceses (Mary, Queen of Scots; rosa Scotch do século XIX). As mutações Winchester Cathedral e Redouté às vezes são vendidas como variedades separadas, sem referência à mãe.








