Sobre o nome
Nome: “Roseraie de l'Haÿ” — em homenagem à Roseraie du Val-de-Marne (também chamada Roseraie de l'Haÿ-les-Roses), o famoso roseiral de Paris na cidade de L'Haÿ-les-Roses, perto de Paris. O roseiral foi fundado em 1894 por Jules Gravereaux — o primeiro roseiral do mundo dedicado exclusivamente a roseiras (antes disso, as roseiras eram sempre misturadas a outras plantas). A variedade foi obtida para o 7.º aniversário do roseiral e dada a ele como símbolo.
Obtenção: Obtida pela Cochet-Cochet (família de obtentores de roseiras, França) em 1901. Parentais: semeadura de R. rugosa (uma roseira-espécie japonesa, levada do Japão para a Europa no fim do século XVIII). Classificação: Rugosa Hybrid — grupo raro entre as Old Garden Roses, com excepcional resistência ao frio e perfume. A entrada do catálogo substituiu a “Red Eye”: a Red Eye (Dümmen Orange, cerca de 2014) era uma flor de corte de nicho com um “olho” verde, hoje descontinuada.
Importância: Uma das Rugosa mais famosas e influentes da história — um verdadeiro clássico dos jardins vitorianos. Uma das Rugosa mais perfumadas — um forte aroma clássico de damascena, raro para R. rugosa (a maioria das Rugosa tem um aroma específico, parecido com cravo). Uma das Rugosa de floração mais contínua — de junho a outubro. Resistência excepcional, USDA 3 (−40 °C) — essencial para as regiões frias do Canadá, da Escandinávia e da Sibéria. Cor “magenta vivo intenso” única. Frutos vermelhos ornamentais e folhagem verde-maçã brilhante — valor ornamental multifacetado. 125 anos de status lendário.








