Sobre o nome
Nome: 'Reine des Violettes' = 'Rainha das Violetas'. Pela cor violeta-malva única, rara entre as roseiras (a maioria das variedades 'púrpura' é, na verdade, lilás ou lavanda). Nome poético francês da tradição das Old Garden Roses do século XIX. Sinônimo 'Queen of the Violets' nos catálogos de língua inglesa.
Obtenção: Criada por Mille-Mallet (França) em 1860. Parentais: uma semente de 'Pius IX' (Vibert, 1849) — Pius IX foi papa (1846–1878). Classificação: híbrido perpétuo (Hybrid Perpetual) — um dos principais grupos de roseiras antigas do século XIX (precursoras dos atuais híbridos de chá). A entrada substituiu 'Red Piano' no catálogo: Red Piano acabou sendo um sinônimo comercial de Piano (TAN01360, Tantau, 2007), duplicata de uma entrada já existente para Piano.
Importância: Uma das roseiras antigas de jardim mais perfumadas — um rico perfume damascena clássico que moldou toda a perfumaria moderna de rosas. Lendária, indispensável em qualquer coleção de roseiras antigas — recomendada pela maioria das sociedades de Old Garden Roses (Heritage Rose Foundation). Rusticidade excepcional, USDA 4–9 — ideal para toda a Ucrânia sem proteção, rara entre as Old Garden Roses. O desbotamento do violeta para lilás / cinza-rosado, o efeito 'Pewter', é uma característica marcante, valorizada pelos floristas em buquês 'vintage'. 165 anos de status lendário — uma das poucas variedades do século XIX que continuam populares hoje. NÃO está no WFRS Old Rose Hall of Fame (a lista do Hall tem apenas 5 variedades — Cécile Brünner, Gloire de Dijon, Gruss an Teplitz, Old Blush e Souvenir de la Malmaison) — um mito comum em catálogos secundários.








