Sobre o nome
Nome: 'Santana', em homenagem à banda americana de rock Santana (Carlos Santana). O temperamento caribenho-latino da banda é traduzido na cor vermelha ardente da flor. Uma das poucas variedades nomeadas em homenagem a um grupo musical moderno, jogada típica de marketing da Tantau nos anos 1980 para tornar a variedade memorável.
Obtenção: Obtida por Hans Jürgen Evers na Rosen Tantau (Uetersen, Alemanha). Código TANklesant. Lançada em 1985. Progenitores, segundo o catálogo da Tantau: Max Graf × sementes de R. wichurana, a herança de linhagens selvagens de porta-enxerto trepadeiro, o que dá vigor excepcional e hastes robustas.
Importância: Há mais de 40 anos entre as mais vendidas da Tantau, longevidade rara para uma trepadeira vermelha. Não desbota ao sol, e é o padrão de comparação para novas trepadeiras vermelhas. Hastes robustas e rígidas tornam a variedade referência para o formato de coluna (vertical). Mantém bem a forma graças ao porte ereto e não «tomba» como muitas outras trepadeiras. Circula na internet o mito de que seria 'ADR 1985', mas isso não está confirmado: a variedade não consta da lista oficial de roseiras ADR da Tantau, por isso cuidado com fontes que afirmam isso. Resistência moderada à mancha-negra (2/5): exige prevenção moderada, sobretudo em estações chuvosas.








