Sobre o nome
Nome: “The Pilgrim” = “The Pilgrim”. Em homenagem aos peregrinos de “The Canterbury Tales”, de Geoffrey Chaucer (1340–1400). The Canterbury Tales é a obra mais conhecida da literatura em inglês medieval: um grupo de peregrinos viaja de Londres a Canterbury contando histórias. Segue a tradição clássica da Austin de dedicar variedades a clássicos da literatura inglesa (como Scepter'd Isle — a Shakespeare, Sherlock Holmes — a Doyle).
Obtenção: Criada por David Austin na David Austin Roses (Albrighton, Shropshire, Reino Unido). Código AUSwalker. Lançada em 1991. Parentesco: 'Graham Thomas' (Austin, WFRS HoF 2009) × 'Yellow Button' (Austin, 1975) — ambos os progenitores são Austin amarelas. Na Alemanha também é vendida com o nome “Gartenarchitekt Günther Schulze”, em homenagem a um arquiteto de jardins (NÃO confundir com o viveiro Rosenhof Schultheis).
Importância: RHS Award of Garden Merit — confirmado oficialmente. Numerosas premiações em exposições em 1999–2001 em sociedades de rosicultores americanas. A “natureza dupla” — a planta jovem floresce como arbusto compacto, enquanto a adulta sobe a mais de 3 metros. Qualidade rara, que torna The Pilgrim adequada a qualquer jardim. Cerca de 140 pétalas — densidade recorde para as Austin da época. Gradiente bicolor, de centro amarelo-suave a bordas quase brancas. Aroma de chá + mirra — combinação rara. Não recebeu ADR. Propensa ao oídio em estações úmidas.








